é melhor nem pensar...
E nem escrever!
Mas algo deve resultar em um processo de crescimento, e,
Quem estará aqui pra ver os frutos amadurecerem?
Quem?
Quem estará enxugando as lágrimas?
Quem mostrará pores do sol?
Quem será a segunda taça a brindar?
De quem será o sorriso e a alegria?
Quem alimentará a esperança?
Quem dará a mão?
Quem oferecerá perdão e afeto?
Quem...
... quem... quem...?
Quem zela pelos meus passos?
Quem ama meu descompasso?
Quem erra com meus medos?
Quem sente meus desejos?
Quem mente seus defeitos?
Quem encontra seus perfeitos?
Quem mostra sorrisos forçados?
Chora nos cantos amargos
da solidão de seus atos?
Quem evita os destinos felizes?
pelas duvidas nos tempos de crise
na palavra que sai imperfeita
no carinho que não se completa
Quem transcende o diálogo e
conversa em olhares o que nada se explica?
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
LIVROS QUE MARCAM
Como ontem escrevi sobre transtorno, acabei me achando na responsabilidade de cientificamente dar fontes e bibliografia sobre o que estou escrevendo, visto que não sou profissional de psicologia, terapeuta ou médica.
Ainda que seja um Blog, quem quer passar alguma informação e ter credibilidade é bom que referencie suas fontes.
No meu caso o útimo e mais contundente dos livros chama-se PERDAS NECESSÁRIAS (Necessary Losses) de Judith Viorst. Fantasticamente o livro retarata as perdas que sofremos ao longo de nossas vidas.
Textos de RUBEN ALVES também me auxiliam, um deles, inesquecível O QUE É RELIGIÃO coleção Primeiros Passos.
O filme QUEM SOMOS NÓS (What The Bleep Do We Know), de maneira muito clara e bem feita uma parte (a festa de casamento) nos mostra como repetimos os mesmos comportamentos e porque fisiologicamente ele são desencadeados.
O filme PODER ALÉM DA VIDA.
Experiências pessoais deveriam contar porém por falta de mateiral compilativo eu tenho que abrir mão destes créditos.
Cada pessoa por mais que leia os mesmos livros terá algo novo a teorizar, uma idéia aprimorada o até mais simplista, exatamente porque não há uma só mente, um único pensamento, o certo ou o errado. Enjoy life and the beauty between the differences!
DOM QUE É DOM DEVE SER COMPARTILHADO,POIS DO QUE ADIANTA UM CONHECIMENTO ENCERRADO EM UM UNICO SER?
Ainda que seja um Blog, quem quer passar alguma informação e ter credibilidade é bom que referencie suas fontes.
No meu caso o útimo e mais contundente dos livros chama-se PERDAS NECESSÁRIAS (Necessary Losses) de Judith Viorst. Fantasticamente o livro retarata as perdas que sofremos ao longo de nossas vidas.
Textos de RUBEN ALVES também me auxiliam, um deles, inesquecível O QUE É RELIGIÃO coleção Primeiros Passos.
O filme QUEM SOMOS NÓS (What The Bleep Do We Know), de maneira muito clara e bem feita uma parte (a festa de casamento) nos mostra como repetimos os mesmos comportamentos e porque fisiologicamente ele são desencadeados.
O filme PODER ALÉM DA VIDA.
Experiências pessoais deveriam contar porém por falta de mateiral compilativo eu tenho que abrir mão destes créditos.
Cada pessoa por mais que leia os mesmos livros terá algo novo a teorizar, uma idéia aprimorada o até mais simplista, exatamente porque não há uma só mente, um único pensamento, o certo ou o errado. Enjoy life and the beauty between the differences!
DOM QUE É DOM DEVE SER COMPARTILHADO,POIS DO QUE ADIANTA UM CONHECIMENTO ENCERRADO EM UM UNICO SER?
sábado, 25 de outubro de 2008
ENSAIO SOBRE TRANSTORNO
O que isso vem a ser?
Transtorno... discrepância que, por um limite tênue, determina um comportamento normal de um patológico.
Não dá pra falar em comportamento normal quando o parâmetro é relativo, porém quando é prejudicial a uma ou mais pessoas qua convivem com aquela, então passa a ser um transtorno.
Alguma vez eu já escrevi que os transtornos escondem as fraquezas das pessoas.
Fraquezas e problemas todos nós temos, mas algumas precisam de "muletas" para superar e quando elas ficam permanentes elas são nossos "transtornos". Ela só se torna um vício quando você é capaz de perceber que não consegue viver sem ela. Quando você toma consciência da dependência. Mas isso ainda não é conhecer o problema.
O sintoma é a dor, a angústia inexplicável, a desesperança e a impassividade, enquanto a raiz do problema está arraigado e camuflado pelos nossos mecanismos de defesa. É tão dificil ver e enfrentar o medo que preferimos muitas vezes ficar no estágio dois, principalmente porque a autopiedade nos consola e nos conforta como filhos mimados.
Mas filhos mimados reclamam muito e acabam sozinhos e excluídos, resposabilizam tudo e todos pelos seus infortúnios, e estacionam o olhar longe do seu EU.
Passar para o estágio de descobrir seus medos, aventurar-se em desvendar a mente é beirar a loucura. Internamente é perder suas convicções, é tender entre o "correto" e o "impensável", é desistir de suas ilusões contraproducentes para criar sonhos palpáveis. E mesmo que não estiverem ao seu alcance não torná-los ilusão.
O trabalho de se descobrir requer coragem e determinação, no meio do caminho é temeroso desistir, a impressão que se tem é que perdemos tudo o que acreditávamos e isso era o que nos desenhava como pessoa, se não tivermos medo de recomeçar, e o trabalho é diário e intenso, atentaremos para experimentar um novo Universo que se apresenta aos nossos olhos, com novas e inúmeras possibilidades e surpreender-se com as pessoas, atitudes e pensamentos que agora já não passam pelo rótulo previamente concebido. É muito bom, mas a alma tem que ser grande suficiente para abarcar essa imensidão e virtuoso o bastante para não resumí-la a suas necessidades.
Transtorno... discrepância que, por um limite tênue, determina um comportamento normal de um patológico.
Não dá pra falar em comportamento normal quando o parâmetro é relativo, porém quando é prejudicial a uma ou mais pessoas qua convivem com aquela, então passa a ser um transtorno.
Alguma vez eu já escrevi que os transtornos escondem as fraquezas das pessoas.
Fraquezas e problemas todos nós temos, mas algumas precisam de "muletas" para superar e quando elas ficam permanentes elas são nossos "transtornos". Ela só se torna um vício quando você é capaz de perceber que não consegue viver sem ela. Quando você toma consciência da dependência. Mas isso ainda não é conhecer o problema.
O sintoma é a dor, a angústia inexplicável, a desesperança e a impassividade, enquanto a raiz do problema está arraigado e camuflado pelos nossos mecanismos de defesa. É tão dificil ver e enfrentar o medo que preferimos muitas vezes ficar no estágio dois, principalmente porque a autopiedade nos consola e nos conforta como filhos mimados.
Mas filhos mimados reclamam muito e acabam sozinhos e excluídos, resposabilizam tudo e todos pelos seus infortúnios, e estacionam o olhar longe do seu EU.
Passar para o estágio de descobrir seus medos, aventurar-se em desvendar a mente é beirar a loucura. Internamente é perder suas convicções, é tender entre o "correto" e o "impensável", é desistir de suas ilusões contraproducentes para criar sonhos palpáveis. E mesmo que não estiverem ao seu alcance não torná-los ilusão.
O trabalho de se descobrir requer coragem e determinação, no meio do caminho é temeroso desistir, a impressão que se tem é que perdemos tudo o que acreditávamos e isso era o que nos desenhava como pessoa, se não tivermos medo de recomeçar, e o trabalho é diário e intenso, atentaremos para experimentar um novo Universo que se apresenta aos nossos olhos, com novas e inúmeras possibilidades e surpreender-se com as pessoas, atitudes e pensamentos que agora já não passam pelo rótulo previamente concebido. É muito bom, mas a alma tem que ser grande suficiente para abarcar essa imensidão e virtuoso o bastante para não resumí-la a suas necessidades.
sábado, 18 de outubro de 2008
Continuando com os cães
Saluki ou Galgo Persa - veloz, esguio e de postura elegante, inteligente e de muita personalidade. Era considerado pelos beduínos no oriente médio uma dádiva dada as crianças
Cavalier King Charles Spaniel - também nào conheço quem tenha mas era o queridinho da aristocracia tanto que aparece em várias telas de artistas europeus
English Spring Spaniel - um pouco maior que o cocker, mas com o mesmo charme, vivacidade e dinamismo.
PAIXÕES - Parte I
AMO animais, principalmente os de estimação.
Creio sinceramente que tem alma e pensam, entendem e sentem como nós. Sem querer, ou porque fomos induzidos a pensar que são seres inferiores e "irracionais", injustamente, não lhes damos a devida importância e reconhecimento.
Alguns deles estão neste planeta sobre a mesma forma pela excelente adaptação ao ambiente que vivem, fruto de um aperfeiçoamento genético de milhões de anos. Ainda que acreditamos ser a máquina perfeita da evolução, nos falta respirar em baixo d'agua e voar. Ah mas que bom que isso não vai acontecer... pelo menos viva não vou estar pra ver.
Alguns deles estão neste planeta sobre a mesma forma pela excelente adaptação ao ambiente que vivem, fruto de um aperfeiçoamento genético de milhões de anos. Ainda que acreditamos ser a máquina perfeita da evolução, nos falta respirar em baixo d'agua e voar. Ah mas que bom que isso não vai acontecer... pelo menos viva não vou estar pra ver.
Imagina gente vivendo no mar, gente voando... já é ruim com a quantidade que temos hoje em solo mesmo.
Mas meu assunto hoje são os Cães.
Amo-os, adoro-os e não consigo vê-los com maldade. Tenho um da raça Lhasa Apso, que todos dizem ser reservado com estranhos, ou ele é "genérico" ou ele (ou qualquer cão) se molda como você (dono) vê o mundo.
Amo-os, adoro-os e não consigo vê-los com maldade. Tenho um da raça Lhasa Apso, que todos dizem ser reservado com estranhos, ou ele é "genérico" ou ele (ou qualquer cão) se molda como você (dono) vê o mundo.
Amável com crianças, pessoas de idade, com outros cães, alegre e espontâneo, carismático a ponto de vizinhos e conhecidos perguntarem dele quando saio sozinha.
Raças que eu Aprecio:
Pastor de Shetland - não conheço quem tenha pra falar de temperamento, mas são de uma beleza sem fim!!
Maltês - conheço alguns meio chatinhos e ramelentos, mas acho-os meigos, delicados e companheiros, principalmente não se importam (até gostam) de uma dona Felicia* que os mantenha no colo - coisa que o meu odeia.
Jack Russel Terrier - Cachorrinho que entorta a cebeça quando a gente está falando... tem esta cara.
Shi Tzu - sem concorrentes na categoria Bichinho de Pelucia... e sem comentários pois ele é uma preciosidade em comportamento (lembrando que o cão é a cara do dono)Continua...
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
DAS MINHAS FAVORITAS...
http://br.youtube.com/watch?v=MbWkBqqlrLk
Paul Weller - Thinking Of You
Everybody,
let me tell you 'bout my love
Brought to me, by an angel from above
Full equipped with a life time guarantee
Once you try it,
Well I'm sure that you will be
Without love there's no reason to live
Without you what would I do with the love I give
All my lovin' to you I'll be giving
And I promise, as long as I'm living
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
All the times
You make me glad taht I'm alive
Sharing together, helping me survive
What did you think, brought the sun out today
Well it's you,
Let me hear you sing
Without love there's no reason to live
Without you what would I do with the love I give
All my lovin' to you
I'll be giving
And I promise, as long as I'm living
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
Without love (and the things you do to me)
Without you (now I'm living in ecstasy)
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
Oh, I'm thinking of you-ou-ou-ou
And the things you do to me
That make me love you,
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
Oh, I'm thinking of you-ou-ou-ou
And the things you do to me
That make me love you,
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
Oh, I'm thinking of you-ou-ou-ou
And the things you do to me
That make me love you,
Now I'm living in ecstasy
Paul Weller - Thinking Of You
Everybody,
let me tell you 'bout my love
Brought to me, by an angel from above
Full equipped with a life time guarantee
Once you try it,
Well I'm sure that you will be
Without love there's no reason to live
Without you what would I do with the love I give
All my lovin' to you I'll be giving
And I promise, as long as I'm living
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
All the times
You make me glad taht I'm alive
Sharing together, helping me survive
What did you think, brought the sun out today
Well it's you,
Let me hear you sing
Without love there's no reason to live
Without you what would I do with the love I give
All my lovin' to you
I'll be giving
And I promise, as long as I'm living
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
Without love (and the things you do to me)
Without you (now I'm living in ecstasy)
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
Oh, I'm thinking of you-ou-ou-ou
And the things you do to me
That make me love you,
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
Oh, I'm thinking of you-ou-ou-ou
And the things you do to me
That make me love you,
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
I'm thinking of you
And the things you do to me
That make me love you
Now I'm living in ecstasy
Oh, I'm thinking of you-ou-ou-ou
And the things you do to me
That make me love you,
Now I'm living in ecstasy
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
NÃO EXISTEM COINCIDÊNCIAS
Definitivamente.
Uma ou outra coisinha eu até posso acreditar que não tiveram um real propósito e acabaram acontecendo de modo a se encontrar, mas a grande maioria resulta de habilidades mentais que não conseguimos nombrarlas (no sentido de descrever). A gente encontra a palavra COINCIDÊNCIA mas não encontra algo que explique a transmissão de pensamento sem que um çético ria disso.
Não conseguimos falar em sinergia, sincronicidade ou telepatia sem a aura do misticismo, sem um quê de desconfiança, ainda que todos nós tenhamos passado por situações quase inacreditáveis de "coincidência". Não é uma pena legar tudo ao acaso ao invés de atribuí-los ao desenvolver da mente?
Se começássemos a ver de outra maneira talvez desenvolvêssemos uma geração mais sensível, com novas habilidades, mais aberta a ideias diferentes e por consequência conseguiríamos mais teses, hipóteses e quem sabe uma nova realidade de tratar o ser humano.
Na verdade comecei a falar sobre isso porque tenho, há dias, pensado: "A ignorância nos traz muita felicidade".
Esta ignorância que eu digo é:
- A ansiedade de sair da infância
- Da adolescência
- A alegria de quem passou no vestibular não imagina o quanto vai penar para sair de lá com o diploma.
- A ilusão de quem casa pela primeira vez
- De quem muda de cargo para um posto mais alto;
Ao invés de ignorância talvez seja ilusão, o desconhecimento a falta de intimidade com a consequência do ato.
Não há crítica no que estou escrevendo, não estou dizendo se isso é bom ou ruim, um dia, em tempos distintos, fomos ignorantes.
Aí recebo um e-mail baseado nas frases de Ruben Alves sobre EDUCAR e me deparo com uma aula. Aliás falando sobre aquela ignorância, mas sob outro ponto de vista... e ... muito melhor.
Aquela ignorância que eu digo é o que temos de melhor... o olhar sem conceitos pré-estabelecidos... é ver através da dificuldade e do sofrimento, é otimismo e por mais que isso não estivesse evidente, é saborear a conquista antes da próxima batalha.
Agora eu digo, acho isso bom! Acho esta "ignorância" desejável como uma impulsionadora dos empreendedores, dos que amam a vida e se entregam a ela.
Para que desfrutem deste e-mail como eu, coloco o arquivo a disposição de vocês
(assim que eu aprender eu coloco, por enquanto só no aprendizado!)
Uma ou outra coisinha eu até posso acreditar que não tiveram um real propósito e acabaram acontecendo de modo a se encontrar, mas a grande maioria resulta de habilidades mentais que não conseguimos nombrarlas (no sentido de descrever). A gente encontra a palavra COINCIDÊNCIA mas não encontra algo que explique a transmissão de pensamento sem que um çético ria disso.
Não conseguimos falar em sinergia, sincronicidade ou telepatia sem a aura do misticismo, sem um quê de desconfiança, ainda que todos nós tenhamos passado por situações quase inacreditáveis de "coincidência". Não é uma pena legar tudo ao acaso ao invés de atribuí-los ao desenvolver da mente?
Se começássemos a ver de outra maneira talvez desenvolvêssemos uma geração mais sensível, com novas habilidades, mais aberta a ideias diferentes e por consequência conseguiríamos mais teses, hipóteses e quem sabe uma nova realidade de tratar o ser humano.
Na verdade comecei a falar sobre isso porque tenho, há dias, pensado: "A ignorância nos traz muita felicidade".
Esta ignorância que eu digo é:
- A ansiedade de sair da infância
- Da adolescência
- A alegria de quem passou no vestibular não imagina o quanto vai penar para sair de lá com o diploma.
- A ilusão de quem casa pela primeira vez
- De quem muda de cargo para um posto mais alto;
Ao invés de ignorância talvez seja ilusão, o desconhecimento a falta de intimidade com a consequência do ato.
Não há crítica no que estou escrevendo, não estou dizendo se isso é bom ou ruim, um dia, em tempos distintos, fomos ignorantes.
Aí recebo um e-mail baseado nas frases de Ruben Alves sobre EDUCAR e me deparo com uma aula. Aliás falando sobre aquela ignorância, mas sob outro ponto de vista... e ... muito melhor.
Aquela ignorância que eu digo é o que temos de melhor... o olhar sem conceitos pré-estabelecidos... é ver através da dificuldade e do sofrimento, é otimismo e por mais que isso não estivesse evidente, é saborear a conquista antes da próxima batalha.
Agora eu digo, acho isso bom! Acho esta "ignorância" desejável como uma impulsionadora dos empreendedores, dos que amam a vida e se entregam a ela.
Para que desfrutem deste e-mail como eu, coloco o arquivo a disposição de vocês
(assim que eu aprender eu coloco, por enquanto só no aprendizado!)
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
ONTEM COMPLETEI MAIS UM CICLO
Pois é! O tempo passa, e as primaveras chegam e se vão. Eu fiz aniversário e percebi que não é de um dia pro outro que as coisas acontecem. Não foi ontem que fiquei mais "velha", eu comecei a envelhecer um dia depois do aniversário do ano passado.
Não temos mais tempo para os processos, os resultados devem ser quase imediatos, não dá tempo de pensar, nem amadurecer. Show me results!
Mas eu ainda tenho orgulho de estar passando minha vida e estar avaliando-a com uma certa frequencia, porque sei que muitos perdem o chão quando, resolvem ver no que transformaram suas vidas, e percebem que já está um pouco tarde pra recomeçar.
Não há motivos pra se envergonhar dos erros, nem de não comemorar os acertos, não ha porque ter tantas certezas, nem tanta angústia para as dúvidas.
Não pense que eu não choro e que não rio, ter consciência das coisas não me faz imune as dores, aliás até chegar a consciência, ja inundei Veneza. Até interiorizar as mudanças mais um pouco de esforço e até mudar um hábito... uma vida inteira de treinamento!
Nossa mente nos faz buscar alivios momentâneos desta vida turbulenta e impessoal do dia a dia. É só trabalho e sobrevivência. Então esta modernidade nos trouxe tantas outras prisões. É buscar o prazer no chopp, no doce, na comida, na maratona, nas compras, no sexo, no jogo, na droga, no trabalho.
Onde há uma válvula de escape lá estaremos nós. Onde podemos desenvolver uma compulsão estaremos logo atrás dela.
Não há muita resposta se perguntarmos o que estamos fazendo aqui. Cada um deve encontrar o seu porquê e convencer-se dele. Porque se avaliarmos as dimensões do universo... somos nada. Se pensarmos na Humanidade... são mais de cinco mil anos (enquanto uma pessoa não vive nem 100). Se pensarmos em população, somos trilhões de habitantes compartilhando as "mesmas" habilidades.
Será que ainda dá pra ser "especial", diferenciado em algum aspecto realmente significativo?
Qual será nosso objetivo?
Pensando em um prazo mais longo... qual será o objetivo de ser o meio? Sem meio não há fim, mas qual é o caminho que nos conduz a algo mais adiante do entendimento da vida?
É continuar se questionando...um dia espero entender.
Não temos mais tempo para os processos, os resultados devem ser quase imediatos, não dá tempo de pensar, nem amadurecer. Show me results!
Mas eu ainda tenho orgulho de estar passando minha vida e estar avaliando-a com uma certa frequencia, porque sei que muitos perdem o chão quando, resolvem ver no que transformaram suas vidas, e percebem que já está um pouco tarde pra recomeçar.
Não há motivos pra se envergonhar dos erros, nem de não comemorar os acertos, não ha porque ter tantas certezas, nem tanta angústia para as dúvidas.
Não pense que eu não choro e que não rio, ter consciência das coisas não me faz imune as dores, aliás até chegar a consciência, ja inundei Veneza. Até interiorizar as mudanças mais um pouco de esforço e até mudar um hábito... uma vida inteira de treinamento!
Nossa mente nos faz buscar alivios momentâneos desta vida turbulenta e impessoal do dia a dia. É só trabalho e sobrevivência. Então esta modernidade nos trouxe tantas outras prisões. É buscar o prazer no chopp, no doce, na comida, na maratona, nas compras, no sexo, no jogo, na droga, no trabalho.
Onde há uma válvula de escape lá estaremos nós. Onde podemos desenvolver uma compulsão estaremos logo atrás dela.
Não há muita resposta se perguntarmos o que estamos fazendo aqui. Cada um deve encontrar o seu porquê e convencer-se dele. Porque se avaliarmos as dimensões do universo... somos nada. Se pensarmos na Humanidade... são mais de cinco mil anos (enquanto uma pessoa não vive nem 100). Se pensarmos em população, somos trilhões de habitantes compartilhando as "mesmas" habilidades.
Será que ainda dá pra ser "especial", diferenciado em algum aspecto realmente significativo?
Qual será nosso objetivo?
Pensando em um prazo mais longo... qual será o objetivo de ser o meio? Sem meio não há fim, mas qual é o caminho que nos conduz a algo mais adiante do entendimento da vida?
É continuar se questionando...um dia espero entender.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
FALHAS IMPERDOAVEIS
Ontem recebi uma mensagem para comemorar os 10 anos de formatura. Resolvi aderir a idéia de avisar e mobilizar as pessoas para que isso realmente ocorra, porém, como temos dificuldade na comunicação pessoal e o telefone ficou caro, resolvi mandar via e-mail o aviso, garças a este veículo barato e de grande abrangência.
Estava tudo indo bem, até que por uma falta de atenção, eu coloquei a data errada!!!!! Isso, coloquei a data da semana passada! Deixei de virar o mes do calendário!!!!!! E repassei via Orkut, via e-mail... só faltou eu mandar pra gráfica.
Uma hora depois eu me dei conta e dá-le corrigir a data... mas era tarde.
Ja havia gente perguntando porque não havia sido chamada pois que ja havia acontecido o encontro!
Nessas horas é que se expõe os erros apesar das boas intenções!!! Se fosse um R.S.V.P. (Répondez S'il Vous Plaît = Responda por favor) ja não sei se teria repercussão, mas é assim mesmo.
Também não quero me eximir de culpa, ela é real, como se escreve um convite e se troca a data? Pior, por uma data que ja aconteceu?
Se olharmos pelo outro lado, observamos que as pessoas percebem melhor quando há uma coisa errada, algo que não encaixa (inspiração ESCHER). Vamos ver se isso vai funcionar, depois de um presta atenção como este, vamos ver se as pessoas ficam espertas!
Bom, eu conto como foi e o resultado... a ver!!!!!!
Estava tudo indo bem, até que por uma falta de atenção, eu coloquei a data errada!!!!! Isso, coloquei a data da semana passada! Deixei de virar o mes do calendário!!!!!! E repassei via Orkut, via e-mail... só faltou eu mandar pra gráfica.
Uma hora depois eu me dei conta e dá-le corrigir a data... mas era tarde.
Ja havia gente perguntando porque não havia sido chamada pois que ja havia acontecido o encontro!
Nessas horas é que se expõe os erros apesar das boas intenções!!! Se fosse um R.S.V.P. (Répondez S'il Vous Plaît = Responda por favor) ja não sei se teria repercussão, mas é assim mesmo.
Também não quero me eximir de culpa, ela é real, como se escreve um convite e se troca a data? Pior, por uma data que ja aconteceu?
Se olharmos pelo outro lado, observamos que as pessoas percebem melhor quando há uma coisa errada, algo que não encaixa (inspiração ESCHER). Vamos ver se isso vai funcionar, depois de um presta atenção como este, vamos ver se as pessoas ficam espertas!
Bom, eu conto como foi e o resultado... a ver!!!!!!
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