Definitivamente.
Uma ou outra coisinha eu até posso acreditar que não tiveram um real propósito e acabaram acontecendo de modo a se encontrar, mas a grande maioria resulta de habilidades mentais que não conseguimos nombrarlas (no sentido de descrever). A gente encontra a palavra COINCIDÊNCIA mas não encontra algo que explique a transmissão de pensamento sem que um çético ria disso.
Não conseguimos falar em sinergia, sincronicidade ou telepatia sem a aura do misticismo, sem um quê de desconfiança, ainda que todos nós tenhamos passado por situações quase inacreditáveis de "coincidência". Não é uma pena legar tudo ao acaso ao invés de atribuí-los ao desenvolver da mente?
Se começássemos a ver de outra maneira talvez desenvolvêssemos uma geração mais sensível, com novas habilidades, mais aberta a ideias diferentes e por consequência conseguiríamos mais teses, hipóteses e quem sabe uma nova realidade de tratar o ser humano.
Na verdade comecei a falar sobre isso porque tenho, há dias, pensado: "A ignorância nos traz muita felicidade".
Esta ignorância que eu digo é:
- A ansiedade de sair da infância
- Da adolescência
- A alegria de quem passou no vestibular não imagina o quanto vai penar para sair de lá com o diploma.
- A ilusão de quem casa pela primeira vez
- De quem muda de cargo para um posto mais alto;
Ao invés de ignorância talvez seja ilusão, o desconhecimento a falta de intimidade com a consequência do ato.
Não há crítica no que estou escrevendo, não estou dizendo se isso é bom ou ruim, um dia, em tempos distintos, fomos ignorantes.
Aí recebo um e-mail baseado nas frases de Ruben Alves sobre EDUCAR e me deparo com uma aula. Aliás falando sobre aquela ignorância, mas sob outro ponto de vista... e ... muito melhor.
Aquela ignorância que eu digo é o que temos de melhor... o olhar sem conceitos pré-estabelecidos... é ver através da dificuldade e do sofrimento, é otimismo e por mais que isso não estivesse evidente, é saborear a conquista antes da próxima batalha.
Agora eu digo, acho isso bom! Acho esta "ignorância" desejável como uma impulsionadora dos empreendedores, dos que amam a vida e se entregam a ela.
Para que desfrutem deste e-mail como eu, coloco o arquivo a disposição de vocês
(assim que eu aprender eu coloco, por enquanto só no aprendizado!)
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
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