Nem sei se realmente temos total compreensão disso que parece um lugar comum. Ter a impressão de que a frase não parece uma novidade É o lugar comum, porque sua complexidade é enorme, talvez indescritível perante os fatos que ocorrem na nossa vida.
Os que tem mais idade e mais experiências de vida, e que criaram percepções mais aguçadas ainda tentam explicar racionalmente os links e as coincidências que presenciaram. Atestar que o mundo é redondo é uma questão de observação.
Para alguns isso é besteira e não leva a lugar nenhum, e não há comprovações científicas de que seja útil pensar nessas pequenas coisas improdutivas. Mas então por que elas nos intrigam? Por que existem teorias do caos?
Estive lendo um livro (não terminado) que cientificamente resume nossa existência a animais... isso mesmo, no topo da cadeia alimentar, porém animais como os outros. Ainda estou digerindo, porque ele pode estar certo e pode não haver nada demais nesta passagem por este planeta, pode não haver função na espiritualidade, só uma maneira de perpetuar uma permanência ínfima em um Universo de bilhões de anos. Repito: estou digerindo.
Mas mesmo que não haja nenhuma função em filosofar ou crer em coisas que não podemos comprovar, como justificar o bem que elas nos trazem? Conforto?
Quantas vezes você perspicazmente percebeu que a expectativa da festa foi melhor que a própria? Que o planejamento da viagem deu um tempero especial e ajudou a aumentar o efeito dela? Que a idealização foi melhor que a prova?
Então o melhor do mundo está em nossas mentes? Está dentro de nós?
Então sou eu!!! Eu sou responsável pelo que espero do meu futuro, na verdade pelo que sonho com meu futuro, nem me importa se ele será tão bom assim, bom mesmo é minha capacidade de criá-lo fabuloso.
Nem preciso que meu futuro seja tão máximo assim, meu presente começa a se apresentar ótimo conforme eu páro com exigências e olho o presente com positivismo.
É como a frase de um filme que adorei:"É preciso tirar o lixo da mente" pra poder enxergar as possibilidades!
sábado, 6 de setembro de 2008
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